A gestão das empresas brasileiras está piorando.
E o maior problema não está na estratégia.
Está em quem precisa transformar a estratégia em resultado.
Um estudo com 294 médias empresas brasileiras revelou que quase 6 em cada 10 ainda estão nos dois níveis mais baixos de maturidade de gestão.
E o pilar mais frágil de todos foi justamente:
COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO.
Ou seja: pessoas preparadas para fazer a gestão acontecer.
Se você ocupa uma posição de liderança, existe uma pergunta que vale a pena responder:
EM QUE NÍVEL ESTÁ A SUA CAPACIDADE DE GESTÃO?
Faça gratuitamente o Raio-X do Gestor.
Ao final desta rodada, você receberá uma devolutiva com um relatório completo elaborado pessoalmente por mim, mostrando os principais pontos identificados e onde concentrar seu desenvolvimento para elevar seu nível de gestão.
Rodada especial de pesquisa. Vagas disponíveis durante a formação da primeira base de respondentes.
Talvez o problema seja maior do que parece.
O Benchmark de Maturidade da Gestão Empresarial Brasileira analisou 294 médias empresas. Os resultados chamam atenção:
estão nos dois níveis mais baixos de maturidade de gestão.
de 5 é a mediana encontrada no estudo
chegaram ao nível mais alto de maturidade
Mas existe um número ainda mais importante.
2,03de 5
foi a pontuação de Competências e Comportamento — o pior resultado entre todos os pilares avaliados.
Não foi estratégia.
Não foi tecnologia.
Não foi ferramenta.
FOI GENTE PREPARADA PARA GERIR.
O problema não está parado.
Quando os pesquisadores ajustaram os resultados para evitar distorções de porte e setor, a maturidade geral caiu:
Quatro dos cinco pilares avaliados perderam maturidade. E novamente o maior alerta apareceu nas competências das pessoas.
COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO:
Uma redução de aproximadamente 21,6% entre 2024 e 2026.
Enquanto empresas ficam maiores, operações ficam mais complexas e gestores recebem mais responsabilidades…
A CAPACIDADE DE GESTÃO NÃO ESTÁ ACOMPANHANDO NA MESMA VELOCIDADE.
Essa distância tem consequências. Para quem gere. E para quem emprega gestores.
Ter um cargo de gestão não significa saber gerir.
Muitos profissionais chegam à liderança porque eram bons tecnicamente. Conheciam o produto. Conheciam a operação. Entregavam resultado.
E então receberam pessoas, metas, processos, indicadores, problemas e projetos para coordenar.
Mas ninguém necessariamente ensinou como fazer isso.
É aí que começa um risco silencioso de carreira. Você trabalha cada vez mais, assume cada vez mais responsabilidade, é cobrado por resultados maiores — mas continua usando praticamente as mesmas competências que tinha antes de se tornar gestor.
Com o tempo, alguns sinais começam a aparecer:
- Você precisa cobrar tudo pessoalmente.
- Sua equipe depende demais das suas decisões.
- Você resolve problemas que deveriam ser resolvidos abaixo de você.
- Passa o dia reagindo à operação.
- Tem dificuldade para delegar sem perder controle.
- Participa de muitas reuniões, mas poucas decisões realmente avançam.
- Os projetos atrasam.
- Os indicadores existem, mas nem sempre orientam sua atuação.
- Você trabalha muito, mas continua sentindo que precisa estar em todos os lugares.
E QUANTO MAIS ALTO VOCÊ SOBE, MAIS CARO ESSE GAP SE TORNA.
Porque deixa de ser avaliado apenas pelo que consegue fazer. Passa a ser avaliado pelo que consegue fazer acontecer através de outras pessoas.
Para a empresa, um gestor despreparado não é apenas um problema de RH.
É um problema de execução. Quando a capacidade de gestão não acompanha a complexidade da empresa, os sintomas aparecem em vários lugares:
DECISÕES
Assuntos que deveriam ser resolvidos pelos gestores continuam chegando à diretoria.
PESSOAS
Equipes recebem tarefas, mas nem sempre têm clareza, autonomia e critérios para decidir.
PROCESSOS
O trabalho depende do conhecimento e da memória de pessoas específicas.
INDICADORES
A empresa produz números, relatórios e dashboards, mas os dados nem sempre gerem decisão.
PROJETOS
As prioridades estratégicas começam, mas perdem espaço para a urgência da rotina.
PROBLEMAS
As mesmas situações voltam a acontecer porque a causa não é tratada de forma estruturada.
DIRETORIA
Quem deveria estar pensando no futuro continua absorvido por problemas da operação.
A empresa paga por isso em:
O CUSTO DE UM GESTOR MAL PREPARADO NÃO APARECE EM UMA ÚNICA LINHA DO DRE.
ELE SE ESPALHA PELA OPERAÇÃO.
As empresas sabem melhor para onde querem ir do que conseguem fazer a organização chegar lá.
Esse talvez seja o dado mais importante de todo o benchmark.
Alinhamento Estratégico — pilar mais desenvolvido
Competências e Comportamento — pilar mais frágil
A liderança consegue enxergar melhor o destino do que a organização consegue executar o caminho.
Entre uma coisa e outra existe um nível fundamental da empresa: a gestão tática. É o gestor que precisa receber uma direção e transformá-la em:
Quando esse nível funciona mal, a estratégia perde força antes de chegar à operação.
E agora existe mais um motivo para olhar para isso.
A forma como o trabalho é organizado também entrou no centro da discussão da NR-1.
A atualização da NR-1 passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.
Entre os exemplos apresentados pelo próprio Ministério do Trabalho estão situações como:
- excesso de demandas e sobrecarga;
- falta de suporte e apoio no trabalho;
- além de outros fatores relacionados às condições e à organização do trabalho.
A norma também determina que a organização considere as condições de trabalho e adote processos de identificação, avaliação, prevenção e acompanhamento desses riscos.
Isso não transforma o Raio-X do Gestor em uma avaliação da NR-1 — e ele não substitui AEP, PGR ou qualquer procedimento legal obrigatório.
Mas reforça uma mudança importante:
A qualidade da gestão não afeta apenas performance. Ela também interfere na forma como o trabalho é organizado e vivido pelas pessoas.
O primeiro passo não é fazer mais um curso de liderança.
É descobrir o que precisa ser desenvolvido.
Dois gestores podem ocupar o mesmo cargo e apresentar lacunas completamente diferentes.
Por isso foi criado o Raio-X do Gestor
Uma avaliação voltada à capacidade de gestão tática. O objetivo é identificar como o gestor está preparado para cumprir a responsabilidade que existe entre:
Aqui não termina quando você responde o questionário.
Nesta rodada, cada diagnóstico fará parte de uma base que estou construindo para compreender com mais profundidade o nível atual da gestão tática.
Mas eu não quero simplesmente coletar respostas.
HAVERÁ DEVOLUTIVA.
Depois da análise, elaborarei pessoalmente um relatório completo para transformar as respostas em informação útil.
O objetivo da devolutiva é permitir enxergar:
- onde existem pontos fortes;
- onde aparecem lacunas de gestão;
- quais aspectos merecem maior atenção;
- quais riscos essas lacunas podem criar na atuação gerencial;
- e onde concentrar esforços para elevar o nível da gestão tática.
Não será apenas uma nota. Será uma leitura do diagnóstico.
PARA O GESTOR
O relatório funciona como um mapa de desenvolvimento. Em vez de tentar melhorar tudo ao mesmo tempo, ele passa a enxergar onde sua evolução pode produzir maior impacto.
PARA A EMPRESA
Quando o diagnóstico é aplicado aos gestores da organização, ele ajuda a revelar padrões da gestão tática que normalmente ficam escondidos no dia a dia. A empresa passa a ter melhores elementos para decidir onde desenvolver gestores, quais competências precisam de maior atenção, onde a gestão está dependendo excessivamente de pessoas e quais lacunas podem estar prejudicando a execução.
DIAGNOSTICAR ANTES DE DESENVOLVER.
Porque capacitação sem diagnóstico corre o risco de ensinar aquilo que não é o principal problema.
Estou construindo a primeira radiografia da gestão tática.
Meu objetivo inicial é reunir pelo menos 50 diagnósticos para analisar padrões, comparar resultados e aprofundar a compreensão sobre como gestores estão lidando com as responsabilidades que recebem.
Durante essa primeira rodada, a participação será gratuita. Em contrapartida, os participantes contribuirão para a construção dessa base e receberão a devolutiva da análise.
Isso significa acesso a:
- Raio-X do Gestor
- análise dos resultados
- relatório completo de devolutiva
SEM CUSTO NESTA PRIMEIRA RODADA.
Quando a amostra necessária for alcançada, essa condição poderá ser encerrada.
Escolha o seu caminho.
VOCÊ É GESTOR?
Descubra onde sua capacidade de gestão está hoje e quais pontos podem estar limitando sua evolução profissional.
VOCÊ REPRESENTA UMA EMPRESA?
Aplique o diagnóstico aos seus gestores e obtenha uma leitura mais estruturada das lacunas que podem estar afetando a gestão tática e a capacidade de execução da organização.

Daniele Tenório
Criadora do método Gestão Desdobrada e do Raio-X do Gestor
300+
pessoas lideradas ao longo da carreira
200+
profissionais gerenciados simultaneamente
30+
gestores táticos sob direção
R$ 1 bi+
de orçamento anual gerido
ISO 9001
experiência em gestão e certificação de estruturas
MBA em Gestão e Liderança · Especialista em ISO 9001 · Gerente de Projetos certificada
Eu não aprendi gestão olhando de fora. Passei 25 anos dentro dela.
Passei 25 anos em cargos de gestão, atravessando diferentes níveis da hierarquia corporativa até chegar à diretoria. Ao longo dessa trajetória, liderei mais de 300 pessoas, incluindo equipes multidisciplinares com mais de 200 profissionais simultaneamente, e tive mais de 30 gestores táticos sob minha direção.
Isso me colocou dos dois lados da mesa. Eu conheço a pressão de quem precisa fazer a operação funcionar, lidar com equipe, resolver problemas e responder por resultado. E também conheço a posição de quem está acima, cobrando de gerentes e coordenadores clareza, prioridade, autonomia, capacidade de decisão e entrega.
Minha experiência não ficou restrita à gestão de pessoas. Já respondi por orçamento anual superior a R$ 1 bilhão, conduzi processos de certificação ISO 9001 e trabalhei com estruturas em que processo, operação, resultado e responsabilidade gerencial precisavam funcionar juntos.
Foi convivendo com essa realidade que um padrão ficou cada vez mais claro: gestores competentes frequentemente sabem que alguma coisa precisa mudar. O difícil é identificar exatamente onde está o principal limitador.
Foi dessa experiência que nasceu o método Gestão Desdobrada: uma forma de ensinar o gestor tático a ler o negócio, fazer gestão e coordenar a operação para produzir resultado. O Raio-X do Gestor transforma essa lógica em diagnóstico e direção prática.
Sua empresa pode ter uma estratégia excelente.
Mas ela ainda precisa passar pelos gestores para virar resultado.
Os dados mostram que esse é justamente um dos pontos mais frágeis da gestão brasileira.
A pergunta agora é mais específica:
ONDE VOCÊ — OU OS GESTORES DA SUA EMPRESA — ESTÃO NESSA RÉGUA?
Não presuma.
Diagnostique.
RAIO-X DO GESTOR
Rodada de pesquisa com devolutiva e relatório completo elaborado após a análise dos resultados.