01 · Hero

A gestão das empresas brasileiras está piorando.

E o maior problema não está na estratégia.

Está em quem precisa transformar a estratégia em resultado.

Um estudo com 294 médias empresas brasileiras revelou que quase 6 em cada 10 ainda estão nos dois níveis mais baixos de maturidade de gestão.

E o pilar mais frágil de todos foi justamente:

COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO.

Ou seja: pessoas preparadas para fazer a gestão acontecer.

Se você ocupa uma posição de liderança, existe uma pergunta que vale a pena responder:

EM QUE NÍVEL ESTÁ A SUA CAPACIDADE DE GESTÃO?

Faça gratuitamente o Raio-X do Gestor.

Ao final desta rodada, você receberá uma devolutiva com um relatório completo elaborado pessoalmente por mim, mostrando os principais pontos identificados e onde concentrar seu desenvolvimento para elevar seu nível de gestão.

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Rodada especial de pesquisa. Vagas disponíveis durante a formação da primeira base de respondentes.

02 · Os números

Talvez o problema seja maior do que parece.

O Benchmark de Maturidade da Gestão Empresarial Brasileira analisou 294 médias empresas. Os resultados chamam atenção:

59,5%

estão nos dois níveis mais baixos de maturidade de gestão.

2,1

de 5 é a mediana encontrada no estudo

4,1%

chegaram ao nível mais alto de maturidade

Mas existe um número ainda mais importante.

2,03

de 5

foi a pontuação de Competências e Comportamento — o pior resultado entre todos os pilares avaliados.

Não foi estratégia.

Não foi tecnologia.

Não foi ferramenta.

FOI GENTE PREPARADA PARA GERIR.

03 · E está piorando

O problema não está parado.

Quando os pesquisadores ajustaram os resultados para evitar distorções de porte e setor, a maturidade geral caiu:

20242,64
20252,35
20262,24

Quatro dos cinco pilares avaliados perderam maturidade. E novamente o maior alerta apareceu nas competências das pessoas.

COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO:

2,322024
1,962025
1,822026

Uma redução de aproximadamente 21,6% entre 2024 e 2026.

Enquanto empresas ficam maiores, operações ficam mais complexas e gestores recebem mais responsabilidades…

A CAPACIDADE DE GESTÃO NÃO ESTÁ ACOMPANHANDO NA MESMA VELOCIDADE.

Essa distância tem consequências. Para quem gere. E para quem emprega gestores.

04 · O que esses números significam para você

Ter um cargo de gestão não significa saber gerir.

Muitos profissionais chegam à liderança porque eram bons tecnicamente. Conheciam o produto. Conheciam a operação. Entregavam resultado.

E então receberam pessoas, metas, processos, indicadores, problemas e projetos para coordenar.

Mas ninguém necessariamente ensinou como fazer isso.

É aí que começa um risco silencioso de carreira. Você trabalha cada vez mais, assume cada vez mais responsabilidade, é cobrado por resultados maiores — mas continua usando praticamente as mesmas competências que tinha antes de se tornar gestor.

Com o tempo, alguns sinais começam a aparecer:

  • Você precisa cobrar tudo pessoalmente.
  • Sua equipe depende demais das suas decisões.
  • Você resolve problemas que deveriam ser resolvidos abaixo de você.
  • Passa o dia reagindo à operação.
  • Tem dificuldade para delegar sem perder controle.
  • Participa de muitas reuniões, mas poucas decisões realmente avançam.
  • Os projetos atrasam.
  • Os indicadores existem, mas nem sempre orientam sua atuação.
  • Você trabalha muito, mas continua sentindo que precisa estar em todos os lugares.

E QUANTO MAIS ALTO VOCÊ SOBE, MAIS CARO ESSE GAP SE TORNA.

Porque deixa de ser avaliado apenas pelo que consegue fazer. Passa a ser avaliado pelo que consegue fazer acontecer através de outras pessoas.

05 · O risco para a empresa

Para a empresa, um gestor despreparado não é apenas um problema de RH.

É um problema de execução. Quando a capacidade de gestão não acompanha a complexidade da empresa, os sintomas aparecem em vários lugares:

DECISÕES

Assuntos que deveriam ser resolvidos pelos gestores continuam chegando à diretoria.

PESSOAS

Equipes recebem tarefas, mas nem sempre têm clareza, autonomia e critérios para decidir.

PROCESSOS

O trabalho depende do conhecimento e da memória de pessoas específicas.

INDICADORES

A empresa produz números, relatórios e dashboards, mas os dados nem sempre gerem decisão.

PROJETOS

As prioridades estratégicas começam, mas perdem espaço para a urgência da rotina.

PROBLEMAS

As mesmas situações voltam a acontecer porque a causa não é tratada de forma estruturada.

DIRETORIA

Quem deveria estar pensando no futuro continua absorvido por problemas da operação.

A empresa paga por isso em:

retrabalhoatrasosdesperdício de capacidadedecisões lentasbaixa autonomiaproblemas recorrentesprojetos que não avançamdependência excessiva de pessoas-chave

O CUSTO DE UM GESTOR MAL PREPARADO NÃO APARECE EM UMA ÚNICA LINHA DO DRE.

ELE SE ESPALHA PELA OPERAÇÃO.

06 · A contradição

As empresas sabem melhor para onde querem ir do que conseguem fazer a organização chegar lá.

Esse talvez seja o dado mais importante de todo o benchmark.

2,75

Alinhamento Estratégico — pilar mais desenvolvido

2,03

Competências e Comportamento — pilar mais frágil

A liderança consegue enxergar melhor o destino do que a organização consegue executar o caminho.

Entre uma coisa e outra existe um nível fundamental da empresa: a gestão tática. É o gestor que precisa receber uma direção e transformá-la em:

prioridadesresponsabilidadesdecisõesindicadoresprocessosprojetosexecução

Quando esse nível funciona mal, a estratégia perde força antes de chegar à operação.

07 · NR-1

E agora existe mais um motivo para olhar para isso.

A forma como o trabalho é organizado também entrou no centro da discussão da NR-1.

A atualização da NR-1 passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Entre os exemplos apresentados pelo próprio Ministério do Trabalho estão situações como:

  • excesso de demandas e sobrecarga;
  • falta de suporte e apoio no trabalho;
  • além de outros fatores relacionados às condições e à organização do trabalho.

A norma também determina que a organização considere as condições de trabalho e adote processos de identificação, avaliação, prevenção e acompanhamento desses riscos.

Isso não transforma o Raio-X do Gestor em uma avaliação da NR-1 — e ele não substitui AEP, PGR ou qualquer procedimento legal obrigatório.

Mas reforça uma mudança importante:

A qualidade da gestão não afeta apenas performance. Ela também interfere na forma como o trabalho é organizado e vivido pelas pessoas.

08 · Então, antes de treinar, diagnostique

O primeiro passo não é fazer mais um curso de liderança.

É descobrir o que precisa ser desenvolvido.

Dois gestores podem ocupar o mesmo cargo e apresentar lacunas completamente diferentes.

Um pode precisar desenvolver delegação e autonomia.
Outro, indicadores e acompanhamento.
Outro, capacidade de estruturar processos.
Outro, gestão de projetos.
Outro, leitura do negócio e tomada de decisão.

Por isso foi criado o Raio-X do Gestor

Uma avaliação voltada à capacidade de gestão tática. O objetivo é identificar como o gestor está preparado para cumprir a responsabilidade que existe entre:

AQUILO QUE A DIREÇÃO DECIDE
e
AQUILO QUE A OPERAÇÃO PRECISA ENTREGAR
09 · O que você recebe

Aqui não termina quando você responde o questionário.

Nesta rodada, cada diagnóstico fará parte de uma base que estou construindo para compreender com mais profundidade o nível atual da gestão tática.

Mas eu não quero simplesmente coletar respostas.

HAVERÁ DEVOLUTIVA.

Depois da análise, elaborarei pessoalmente um relatório completo para transformar as respostas em informação útil.

O objetivo da devolutiva é permitir enxergar:

  • onde existem pontos fortes;
  • onde aparecem lacunas de gestão;
  • quais aspectos merecem maior atenção;
  • quais riscos essas lacunas podem criar na atuação gerencial;
  • e onde concentrar esforços para elevar o nível da gestão tática.

Não será apenas uma nota. Será uma leitura do diagnóstico.

PARA O GESTOR

O relatório funciona como um mapa de desenvolvimento. Em vez de tentar melhorar tudo ao mesmo tempo, ele passa a enxergar onde sua evolução pode produzir maior impacto.

PARA A EMPRESA

Quando o diagnóstico é aplicado aos gestores da organização, ele ajuda a revelar padrões da gestão tática que normalmente ficam escondidos no dia a dia. A empresa passa a ter melhores elementos para decidir onde desenvolver gestores, quais competências precisam de maior atenção, onde a gestão está dependendo excessivamente de pessoas e quais lacunas podem estar prejudicando a execução.

DIAGNOSTICAR ANTES DE DESENVOLVER.

Porque capacitação sem diagnóstico corre o risco de ensinar aquilo que não é o principal problema.

10 · Por que está gratuito?

Estou construindo a primeira radiografia da gestão tática.

Meu objetivo inicial é reunir pelo menos 50 diagnósticos para analisar padrões, comparar resultados e aprofundar a compreensão sobre como gestores estão lidando com as responsabilidades que recebem.

Durante essa primeira rodada, a participação será gratuita. Em contrapartida, os participantes contribuirão para a construção dessa base e receberão a devolutiva da análise.

Isso significa acesso a:

  • Raio-X do Gestor
  • análise dos resultados
  • relatório completo de devolutiva

SEM CUSTO NESTA PRIMEIRA RODADA.

Quando a amostra necessária for alcançada, essa condição poderá ser encerrada.

11 · Dois caminhos

Escolha o seu caminho.

VOCÊ É GESTOR?

Descubra onde sua capacidade de gestão está hoje e quais pontos podem estar limitando sua evolução profissional.

VOCÊ REPRESENTA UMA EMPRESA?

Aplique o diagnóstico aos seus gestores e obtenha uma leitura mais estruturada das lacunas que podem estar afetando a gestão tática e a capacidade de execução da organização.

Daniele Tenório

Daniele Tenório

Criadora do método Gestão Desdobrada e do Raio-X do Gestor

300+

pessoas lideradas ao longo da carreira

200+

profissionais gerenciados simultaneamente

30+

gestores táticos sob direção

R$ 1 bi+

de orçamento anual gerido

ISO 9001

experiência em gestão e certificação de estruturas

MBA em Gestão e Liderança · Especialista em ISO 9001 · Gerente de Projetos certificada

12 · Quem está por trás do Raio-X

Eu não aprendi gestão olhando de fora. Passei 25 anos dentro dela.

Passei 25 anos em cargos de gestão, atravessando diferentes níveis da hierarquia corporativa até chegar à diretoria. Ao longo dessa trajetória, liderei mais de 300 pessoas, incluindo equipes multidisciplinares com mais de 200 profissionais simultaneamente, e tive mais de 30 gestores táticos sob minha direção.

Isso me colocou dos dois lados da mesa. Eu conheço a pressão de quem precisa fazer a operação funcionar, lidar com equipe, resolver problemas e responder por resultado. E também conheço a posição de quem está acima, cobrando de gerentes e coordenadores clareza, prioridade, autonomia, capacidade de decisão e entrega.

Minha experiência não ficou restrita à gestão de pessoas. Já respondi por orçamento anual superior a R$ 1 bilhão, conduzi processos de certificação ISO 9001 e trabalhei com estruturas em que processo, operação, resultado e responsabilidade gerencial precisavam funcionar juntos.

Foi convivendo com essa realidade que um padrão ficou cada vez mais claro: gestores competentes frequentemente sabem que alguma coisa precisa mudar. O difícil é identificar exatamente onde está o principal limitador.

Foi dessa experiência que nasceu o método Gestão Desdobrada: uma forma de ensinar o gestor tático a ler o negócio, fazer gestão e coordenar a operação para produzir resultado. O Raio-X do Gestor transforma essa lógica em diagnóstico e direção prática.

Sua empresa pode ter uma estratégia excelente.

Mas ela ainda precisa passar pelos gestores para virar resultado.

Os dados mostram que esse é justamente um dos pontos mais frágeis da gestão brasileira.

A pergunta agora é mais específica:

ONDE VOCÊ — OU OS GESTORES DA SUA EMPRESA — ESTÃO NESSA RÉGUA?

Não presuma.

Diagnostique.

RAIO-X DO GESTOR

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Rodada de pesquisa com devolutiva e relatório completo elaborado após a análise dos resultados.